
Em março deste ano a imprensa internacional anunciou que o Google estava trabalhando em um sistema operacional para celulares através da Android, uma empresa de tecnologia adquirida em 2005 (Businessweek Ago/2005).
Desde lá, o mistério, construído em cima de especulações e Photoshop (O Globo e Googlediscovery), foi revelado na imprensa internacional esta semana (AdAge). O gPhone não se limita a um aparelho de telefonia celular de US$ 100,00. É muito mais do que isso.
O projeto é uma plataforma que envolve vários modelos de aparelhos adotados por alguns fabricantes, como a HTC e a Samsung, habilitados com tecnologias da Google, como um sistema de monitoramento GPS, o serviço de mapas GoogleMaps e os aplicativos Docs, Gmail, entre outros. Todas as ferramentas do Google disponíveis em um aparelho celular.
Já pensou? Você acorda com fome no meio da noite. Pega seu gPhone, fala “Pizza” e o serviços lhe indica algumas pizzarias que podem fazer entrega pra você naquele momento. Não será necessário informar se você está na sua casa, na casa da sua namorada, em uma outra cidade ou até mesmo fora do país, pois o serviço tem monitoramento GPS.
Você vai poder consultar os sites das pizzarias, escolher os sabores e opções de pagamento, selecionar a que mais lhe agradar, ligar (ou clicar, ou tocar na tela, sei lá) e efetuar a compra. Tudo pelo gPhone.
Para o mercado de comunicação, o gPhone promete uma série de novos modelos e possibilidades para publicidade na telefonia móvel. O serviço permitirá um grande número de novas aplicações incluindo download, ligações e consultas com links patrocinados para compensar os custos do consumidor. Um verdadeiro universo de possibilidades.
O elo de ligação que faltava entre on-demand e on-drive. Acesso fácil a informação que você quer a onde quer que você esteja.
Segundo analistas, a Google pretende abocanhar com o projeto perto de 5 Bilhões de dólares em receita nos primeiros 3 anos de funcionamento.